2006-05-02


Copyriot - 20 de Abril

Estive em várias das actividades do Copyriot – Gente sem Patente, tanto no Porto como em Setúbal. Infelizmente, não me foi possível acompanhar as actividades de Corroios, nem conseguirei dar um pulo a Alcaria. Mesmo nos locais onde assisti a muito do que aconteceu não consegui presenciar tudo.

Mas vamos por partes. O Festival começou ainda em Março, mais precisamente no dia 18, no Espaço Musas, no Porto, com o Fórum Libertália 23. Nesse dia, o mote foi dado... apesar de ninguém poder acusar as actividades de serem desinteressantes, apareceu pouca gente. Esse terá sido, aliás, o grande pecado deste primeiro Festival Copyriot. Nos últimos tempos, ficar em casa ou ir ao centro comercial parecem ter substituído toda a espécie de tertúlias e conversas, e receber informação pré-formatada há muito que se sobrepôs ao discutir para concluir. Para além disso, houve pouco esforço de propaganda que não fosse direccionada para os média, as comunidades que se relacionam via internet e os amigos. As próximas tentativas terão este falhanço em atenção.

No dia 20, quando cheguei ao espaço Senhorio, cerca das 21h30, ainda havia limpezas e alguns trabalhos ainda estavam por colocar na parede. Às 22h00, no entanto, tudo estava pronto para que os primeiros visitantes pudessem disfrutar dos esboços que dariam corpo aos fanzines, lançados nessa noite, “Não me contes o fim, eles morrem todos” e “Álbum de Família”. O ambiente estava aquecido pelo DJ Scotch (residente) e pelas cervejas que se vendiam na cozinha, de onde se podia subir para apreciar um trabalho (quanto a mim) fantástico do João Marrucho.

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